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Descrição

O objetivo do presente documento é fornecer orientações sobre a forma de assegurar a resiliência do transporte por via navegável às alterações climáticas e dar exemplos e recomendações de boas práticas. Os portos e as vias navegáveis já enfrentam vários riscos associados a uma série de parâmetros e processos meteorológicos, hidrológicos e oceanográficos. As alterações climáticas terão impacto nestes parâmetros e processos, agravando os riscos existentes e introduzindo novos riscos. Semuma preparação atempada e eficaz, as alterações climáticas resultarão num aumento da incidência de danos ou falhas estruturais, perturbações e atrasos operacionais e impacto na segurança do pessoal, do equipamento e do ambiente.

As orientações elaboradas pelo grupo de trabalho técnico do PIANC introduzem um quadro metodológico em quatro fases para ajudar os operadores portuários e fluviais a preparar estratégias e selecionar medidas destinadas a adaptar os ativos e o funcionamento às alterações climáticas.

A primeira fase, denominada Contexto e Objetivos, centra-se na identificação das suscetibilidades dos ativos e operações causados pelas alterações climáticas, na definição de objetivos de adaptação e resiliência e na definição das partes interessadas envolvidas na preparação e execução da estratégia de adaptação. Os parâmetros climáticos atuais e futuros que afetam os ativos, as operações e os sistemas das infraestruturas de navegação marítima e interior são recolhidos e avaliados na fase II (informações climáticas). Esta fase identifica os parâmetros e processos climáticos relevantes para o transporte por via navegável e a forma como se prevê que estes se alterem no futuro em diferentes cenários de alterações climáticas.

A Fase III reúne as informações sobre ativos, operações e sistemas críticos (Fase I) e a compreensão do clima atual e futuro que afeta estes sistemas (Fase II) para identificar potenciais vulnerabilidades e riscos que devem ser abordados pela estratégia de adaptação. A fase final IV inclui uma série de etapas para identificar, analisar e, se for caso disso, avaliar possíveis opções de adaptação para lidar com os riscos identificados na fase 3. Estas medidas conduzem ao desenvolvimento de vias de adaptação. Uma via de adaptação descreve uma sequência de ações (medidas ou outras intervenções) que são implementadas em resposta a alterações nas condições meteorológicas, hidrológicas ou oceanográficas.

O documento de orientação é complementado com exemplos de boas práticas, nomeadamente 16 estudos de caso que ilustram algumas das ações de adaptação às alterações climáticas que foram realizadas. Além disso, a carteira de medidas de adaptação dividida em três grupos principais – físico, social e institucional – para um total de 16 grupos de manifestações relacionadas com as alterações climáticas (por exemplo, chuvas extremas, inundações, secas ou subida do nível do mar) foi apresentada em anexo ao presente relatório.

Informações de referência

Sites:
Fonte:
Associação Mundial de Infra-Estruturas de Transporte por Via Navegável (PIANC)

Publicado em Clima-ADAPT: Apr 14, 2025

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