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As perdas e os danos causados por catástrofes naturais aumentaram substancialmente nas últimas duas décadas. Em 2020, por exemplo, 980 catástrofes naturais atingiram o mundo, causando perdas económicas significativas, destruindo grandes infraestruturas e ceifando vidas humanas. Uma única catástrofe natural pode ter enormes impactos financeiros. Alguns destes danos e perdas podem ser reduzidos e transferidos se políticas e ações apropriadas forem aplicadas. Por esta razão, a Gestão do Clima e do Risco de Catástrofes (GDD) ganhou importância nas agendas internacionais e em muitas organizações. A ideia principal por trás do DRM é concentrar-se na gestão dos riscos que transformam os perigos em desastres.
A abordagem da Gestão Integrada do Risco de Catástrofes (IDRM) é uma versão mais desenvolvida e aperfeiçoada da abordagem tradicional da DRM. A abordagem IDRM inclui a fase de «retenção e transferência», que utiliza instrumentos financeiros como seguros para permitir a mobilização rápida de fundos após a ocorrência de uma catástrofe.
Além disso, a abordagem IDRM oferece um quadro conceptual holístico para abordar várias dimensões associadas à emergência de riscos, à gestão de riscos e à manifestação de catástrofes. Trata-se de um guia orientado para o risco, que incorpora medidas de adaptação às alterações climáticas nas políticas de gestão do risco de catástrofes e nos planos de desenvolvimento sustentável.
Este breve guia ilustra a metodologia e os passos para uma abordagem correta do IDRM.
Informações de referência
Sites:
Fonte:
Para mais informações, consulte o estudo completo: GIZ (2021). Sovereign Flood Risk Pre-Feasibility Study in Ghana (Estudo de pré-viabilidade do risco soberano de inundações no Gana).
Publicado em Clima-ADAPT: Apr 11, 2025
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