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Descrição


Análises recentes para o Atlântico Norte fornecem fortes indícios que sugerem que as alterações no clima oceânico terão impactos de grande alcance na dinâmica das populações de peixes e, consequentemente, nas perspetivas futuras para a pesca e a aquicultura na Europa. No entanto, o conhecimento dos mecanismos subjacentes é bastante limitado. Em primeiro lugar, existe incerteza quanto à evolução futura do próprio clima oceânico, uma vez que vários aspetos serão influenciados, como os padrões de circulação, as temperaturas da superfície do ar e do mar, a frequência e a intensidade das tempestades, os padrões de precipitação, o pH e o escoamento dos rios. Em segundo lugar, os peixes e os moluscos têm normalmente ciclos de vida complexos que compreendem várias fases do ciclo de vida, que diferem na sua sensibilidade aos efeitos climáticos.
A base de conhecimentos no que diz respeito à compreensão das interações entre as pescas e o clima está a aumentar, mas subsistem muitos desafios, especialmente no que diz respeito à previsão das consequências socioeconómicas futuras. O presente documento de posição não pretende ser uma análise científica exaustiva sobre o efeito das alterações climáticas nas pescas, mas sim destacar algumas das principais questões e lacunas de conhecimento que os institutos de investigação no domínio das pescas e a Comissão Europeia devem procurar resolver num futuro próximo.

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Fonte:
EFARO

Publicado em Clima-ADAPT: Apr 11, 2025

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