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Prevê-se que as alterações climáticas tenham um impacto direto e indireto nos ecossistemas. A produção de uva de vinho é um bom teste para medir os impactos indiretos mediados pelas mudanças na agricultura, porque a viticultura é sensível ao clima e está concentrada em regiões climáticas mediterrânicas que são pontos críticos de biodiversidade global. Este artigo mostra que a área adequada para a viticultura deverá diminuir de 25 % a 73 % nas principais regiões produtoras de vinho até 2050 na via de concentração mais elevada do PCR 8,5 e de 19 % a 62 % na via de concentração mais baixa do PCR 4,5. As alterações climáticas podem causar o estabelecimento de vinhas em altitudes mais elevadas, o que aumentará os impactos nos ecossistemas das terras altas e pode levar à conversão da vegetação natural à medida que a produção se desloca para latitudes mais elevadas em áreas como o oeste da América do Norte. São necessários esforços de adaptação e conservação agrícolas que antecipem estes possíveis efeitos. Para manter a produtividade e a qualidade da uva de vinho, será necessário aumentar a utilização de água para irrigação e arrefecer as uvas através de nebulização ou aspersão, criando potencial para impactos na conservação da água doce.
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Publicado em Clima-ADAPT: Apr 22, 2025
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