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O presente documento de trabalho destina-se aos decisores políticos nacionais dos países da OCDE, a fim de os ajudar a garantir que as infraestruturas novas e existentes são resilientes às alterações climáticas. Abrange as infraestruturas de transportes, energia e água, uma vez que todas partilham características comuns fundamentais: são de capital intensivo, de longa duração e interdependentes entre setores. O documento apresenta experiências recentes de acção governamental em alguns países da OCDE.
O documento identifica quatro domínios prioritários de ação dos governos nacionais para apoiar a resiliência das infraestruturas: 1) Apoiar a prestação de informações e a coordenação dentro de cada setor e entre setores e, em especial, assegurar que as principais partes interessadas (ou seja, os serviços públicos, as associações profissionais e as entidades reguladoras) tenham capacidade suficiente para utilizar projeções climáticas; 2) Assegurar que os riscos climáticos sejam devidamente tidos em conta nos investimentos do setor público e repartidos de forma transparente entre os parceiros públicos e privados nos acordos contratuais; (3) alinhar as políticas de ordenamento do território, as normas técnicas e as políticas e regulamentações económicas de apoio à resiliência das infraestruturas, e (4) aumentar a visibilidade da divulgação dos riscos climáticos pelas partes interessadas pertinentes, incluindo as financeiras, apoiando iniciativas em prol da transparência.
O documento de trabalho salienta a necessidade de envidar mais esforços para acompanhar e avaliar a eficácia das ações dos governos e alargar a aprendizagem mútua entre países. O documento chama igualmente a atenção para algumas das principais questões pendentes de ação, relativas 1) aos custos, benefícios e eficácia das alavancas políticas e regulamentares, incluindo o ordenamento do território, 2) à análise dos quadros e contratos de PPP para compreender o seu contributo para o reforço da resiliência e 3) à revisão das práticas de investimento e dos testes de análise dos riscos climáticos pelas instituições financeiras.
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Publicado em Clima-ADAPT: Apr 22, 2025
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