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Este artigo desenvolve uma estrutura para o estudo do clima em populações de peixes com base nos primeiros princípios da fisiologia, ecologia e observações disponíveis. São revistas as variáveis ambientais e as características oceanográficas relevantes para os peixes e suscetíveis de serem afetadas pelas alterações climáticas. As hipóteses de trabalho são derivadas das diferenças na resposta esperada de diferentes grupos de espécies. Uma revisão dos dados publicados sobre espécies de peixes do Atlântico Nordeste que representam diferentes afinidades biogeográficas, habitats e tamanho corporal dá suporte à hipótese de que o aquecimento global resulta em uma mudança na abundância e distribuição (em padrões de ocorrência com latitude e profundidade) de espécies de peixes. As espécies pelágicas apresentam alterações claras nos padrões de migração sazonal relacionadas com as alterações induzidas pelo clima na produtividade do zooplâncton. As espécies lusitanas aumentaram nas últimas décadas (espada, biqueirão e carapau), especialmente no limite norte das suas zonas de distribuição, enquanto as espécies boreais diminuíram no limite sul da sua área de distribuição (bacalhau e solha), mas aumentaram no limite norte (bacalhau). Embora os mecanismos subjacentes permaneçam incertos, os dados disponíveis sugerem que as alterações climáticas no sucesso do recrutamento são o processo fundamental, decorrentes de uma maior produção ou sobrevivência na fase de ovos pelágicos ou larvares, ou devido a alterações na qualidade/quantidade dos habitats de viveiro.
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Publicado em Clima-ADAPT: Dec 30, 1969
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