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Descrição

Os debates sobre o financiamento da adaptação incidiram principalmente sobre o processo: a forma como os fundos devem ser angariados e como as despesas de adaptação devem ser geridas e acompanhadas. O presente documento procura voltar a centrar o debate na substância da adaptação, perguntando como seria a «boa adaptação» nos países em desenvolvimento. O Tribunal argumenta que a melhor utilização dos fundos a curto prazo pode ser para atividades de desenvolvimento «suaves» ou menos tangíveis que aumentem a capacidade de adaptação. A criação de um nível mínimo de capacidade de adaptação em todo o mundo é fundamental para uma adaptação eficiente, eficaz e equitativa e produz benefícios imediatos, independentemente dos futuros regimes climáticos. O Tribunal debate uma série de desafios operacionais na concretização deste tipo de adaptação, incluindo a preocupação com a adicionalidade – que dificulta a integração da adaptação e do desenvolvimento – e a preferência por projetos de adaptação «concretos» e mais facilmente visíveis. Deixamos em aberto a questão de saber se e como o regime de adaptação que está a emergir dos Acordos de Cancún será capaz de produzir decisões de adaptação sábias, mas a nossa análise reconhece que é necessário um maior desenvolvimento institucional.

Informações de referência

Sites:
Fonte:
O Centro para Mudanças Climáticas Economia e Política (CCCEP)

Publicado em Clima-ADAPT: Apr 14, 2025

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