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Em 2022, TheLancetCountdown alertou para o facto de a saúde das pessoas estar à mercê dos combustíveis fósseis e salientou a oportunidade transformadora de enfrentar conjuntamente as crises simultâneas das alterações climáticas, da energia, do custo de vida e da saúde para a saúde e o bem-estar humanos. O relatório deste ano encontra poucos sinais de tal progresso. Com as temperaturas globais no nível mais alto em mais de 100 mil anos, os grupos vulneráveis, como os idosos e as crianças pequenas, enfrentam uma maior exposição às ondas de calor, as secas comprometem a segurança da água e dos alimentos e as doenças infecciosas se espalham. As perdas económicas e os sistemas de saúde tensos comprometem a nossa resiliência e amplificam as desigualdades globais em matéria de saúde. As projeções indicam que o adiamento da ação climática agravará significativamente os resultados em matéria de saúde, prevendo-se que as mortes relacionadas com o calor e as doenças infecciosas aumentem. Apesar da urgência, os esforços globais para mitigar as emissões de combustíveis fósseis e reduzir os impactos na saúde ficam aquém. O relatório salienta a necessidade de uma abordagem centrada na saúde na ação climática, incluindo a priorização da saúde nas próximas negociações internacionais sobre alterações climáticas, a fim de garantir um futuro saudável para todos.

O relatório completo pode ser consultado na revista The Lancet.

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